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Homem é preso suspeito de vender cocaína por tele-entrega no Bairro Patronato

Brigada Militar abordou um Honda Fit na Rua das Hortências na noite de segunda (19) e encontrou 13 porções de substância semelhante à cocaína, uma balança de precisão e R$ 300

Redação SM Agora2 min de leituraWhatsAppFacebook
Viatura policial com giroflex ligado em uma rua à noite
Viatura policial com giroflex ligado em uma rua à noite · Foto: dennisweiland / Pixabay (Licença Pixabay)

A Brigada Militar prendeu em flagrante um homem suspeito de tráfico de drogas na noite de segunda-feira (19), no Bairro Patronato, em Santa Maria. Segundo o registro policial citado pelo Diário de Santa Maria, ele usava um carro para fazer entregas de entorpecentes. A abordagem foi por volta das 21h, na Rua das Hortências, durante uma ação de patrulhamento tático motorizado.

A identidade do suspeito não foi divulgada.

Denúncia levou à abordagem

De acordo com a ocorrência, os policiais receberam a informação de que um homem vendia drogas por tele-entrega usando um Honda Fit preto. A equipe procurou o veículo, encontrou o carro e fez a abordagem.

Na revista pessoal, os brigadianos acharam 11 porções de uma substância semelhante à cocaína no bolso da bermuda do motorista. Uma mulher estava no banco do passageiro.

Na vistoria do automóvel, os policiais encontraram uma sacola embaixo do banco do motorista. Dentro dela havia uma balança de precisão, mais duas porções da substância semelhante à cocaína e R$ 300 em dinheiro. No total, foram recolhidas 13 porções. O peso da droga apreendida não foi informado.

Segundo o registro, o motorista disse aos policiais que o material era dele. Ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi algemado. A Brigada Militar justificou o uso das algemas pelo risco de fuga.

Caso segue com a Draco

A passageira foi levada à delegacia como testemunha. Não há informação de que ela tenha sido investigada.

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Santa Maria. Depois, o caso foi enviado à Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), que vai cuidar dos próximos passos da investigação.

Até a publicação desta reportagem, não havia informação sobre a defesa do suspeito, sobre a audiência de custódia nem sobre ligação dele com algum grupo criminoso.

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