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Polícia Civil prende em São Sepé homem condenado por tentativa de homicídio de 2007

Homem de 41 anos tem pena definitiva de 12 anos e 2 meses de reclusão; segundo a investigação, ele e outras duas pessoas dispararam várias vezes contra a vítima

Redação SM Agora2 min de leituraWhatsAppFacebook
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A Polícia Civil prendeu na manhã de sexta-feira (16), em São Sepé, um homem de 41 anos condenado por uma tentativa de homicídio cometida em 2007. A condenação já é definitiva, e a pena fixada é de 12 anos e 2 meses de reclusão. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil e publicadas pelo Diário de Santa Maria e pelo jornal O Sepeense.

A prisão foi feita pela Delegacia de Polícia de São Sepé, que tem como titular a delegada Carla Dolores Castro de Almeida, no cumprimento de um mandado judicial. O nome do preso não foi divulgado.

De acordo com a investigação, o condenado e outras duas pessoas teriam feito vários disparos de arma de fogo contra a vítima. A identidade da vítima não foi informada, e a Polícia Civil também não detalhou a data exata do crime nem as circunstâncias em que o ataque ocorreu.

Também não foi informado desde quando a sentença é definitiva, ou seja, quando se esgotaram as possibilidades de recurso no processo. Quase duas décadas separam o crime da prisão.

Antecedentes e encaminhamento

Segundo a Polícia Civil, o homem tem outros registros criminais. Entre eles estão duas ocorrências por tráfico de drogas, uma por posse irregular de arma de fogo, uma por lesão corporal, quatro por ameaça e uma por desacato. Há ainda outros registros que não foram detalhados pela instituição.

Depois dos procedimentos na delegacia, o preso foi levado ao Presídio Estadual de São Sepé (PESS), onde permanece à disposição da Justiça.

Como denunciar

De acordo com o jornal O Sepeense, a Polícia Civil de São Sepé recebe denúncias pelo telefone (55) 9 8442-9186, que atende por ligação e por WhatsApp. Segundo a instituição, o sigilo de quem denuncia é garantido.

As informações sobre o caso foram atribuídas à Polícia Civil, e nenhuma das reportagens publicadas traz declaração direta de autoridades sobre a prisão.

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